sexta-feira, 6 de maio de 2011

Crack e outras drogas


Na manhã de hoje(6), o coordenador de Estratégias e Redução de Danos da Rede de Atenção Psicossocial (Reaps), Wagner Mendonça, ministrou uma palestra aos conselheiros municipais da Assistência Social da capital sobre as ações desenvolvidas pelo Plano Municipal de Enfrentamento ao Crack e outras drogas.

Nos últimos anos, com o aumento do consumo de crack, ocorreu uma mudança no perfil dos usuários de drogas. Além do público masculino adulto, as crianças e adolescentes foram os usuários que mudaram o perfil, passando a utilizar o crack como principal droga de consumo, o que exige um aumento nos cuidados.

 Imagem da internet

Crack no Brasil

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) realizou um levantamento inédito e traçou uma radiografia da realidade do crack no Brasil, durante o ano de 2010. A pesquisa traz dados alarmantes e aponta que a droga já chegou a 98% dos municípios brasileiros, cerca de quatro mil cidades foram consultadas.
                                                                                           
Os municípios foram questionados sobre a presença ou não do crack e sobre o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção e ao controle do uso. Mais de 91% não possuem programa municipal de combate ao crack e nenhum tipo de auxílio dos governos federal e estadual para desenvolver ações.

Aracaju

Em Aracaju, o trabalho já vem acontecendo desde 2003 onde a SMS realiza assistência psicossocial dos usuários de substâncias psicoativas. As atividades são desenvolvidas no Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas (Caps AD) Primavera, localizado na rua Guarapari, bairro Atalaia.

Atualmente, o Caps AD atende a 312 usuários a partir dos 16 anos. Cerca de 20 funcionários trabalham de segunda a sexta-feira para garantir um tratamento eficaz e humanizado aos pacientes.
 
Equipe

A equipe do Caps AD é formada por psicólogos, psiquiatras, médicos, educadores físicos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, técnicos de enfermagem e oficineiros. Além da medicação correta para cada caso, o tratamento conta com o acompanhamento integral ao paciente e com atividades de integração e socialização. O Caps conta ainda com grupos específicos para atender mulheres, adolescentes, usuários de álcool e crack.

Contatos: (79) 3179-1014 / 3179-3770 / 3179-4620.

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