quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cultura, arte e sonhos: Escola Oficina de Artes Valdice Teles

Um lugar repleto de artistas, onde todos respiram cultura e juntos buscam difundir conhecimento e arte. Repleto de cores, sons e magia. Um espaço que não é composto apenas por salas de dança, de artes visuais, didáticas prática e biblioteca, mas também por grandes sonhos. Essa é a Escola Oficina de Artes Valdice Teles.

Foto: Alejandro Zambrana

Existente desde 1984, a escola já foi conhecida como ´Oficina de Sopro e Cordas´ e tem como foco incentivar o desenvolvimento e o aprimoramento do ensino das linguagens artísticas. Para que as ações da instituição fossem realizadas com sucesso, foi criado um Conselho Pedagógico constituído por nove membros e em quatro divisões: música, dança, artes cênicas e artes visuais.

O público alvo da Valdice Teles é composto por pessoas de diversas localidades, faixas etárias, condições sociais. Inclusão é um dos lemas da escola. A maior prova disso são seus projetos sociais, sempre desenvolvidos com êxito: ´Banda Sinfônica Cidade de Aracaju´, ´Talentos de Aracaju´, ´Dó, Ré, Mi´, ´Arte em Toda Parte´, entre outros.

Foto: Márcio Garcez

Algumas idealizações chamam atenção, como o projeto ´Na Calçada da Valdice Tem´. Onde dar visibilidade às ações educativas e culturais da unidade é o principal foco, criando assim uma vitrine da cultura sergipana.
Outra ação desenvolvida recentemente pela escola foi o projeto ´Ossos do Ofício. Atividade baseada em palestras com temas relacionados à educação, arte, cultura e cidadania, buscando o reconhecimento de produtores, agentes e formadores culturais.

Foto: Alejandro Zambrana

A instituição é mantida pela Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Esportes (Funcaju) e funciona na Avenida Pedro Calazans, 737, bairro Getúlio Vargas, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 12h. Mais informações pelo telefone (79) 3211-6913.


Homenageado quem merece

A oficina ganhou o nome em homenagem a uma das mais talentosas atrizes sergipanas que marcou a história teatral do Estado. Além de lutar pela democratização do país, a “Mama” ou “Val” como era carinhosamente era chamada no grupo Teatral Imbuaça sempre esteve presente em movimentos sociais. Valdice participou de peças como “A Gaiola”, “Antonio Meu Santo”, “Dança dos Santos” e “Desvalidos”.

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