sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Vacinação antirrábica em Aracaju acontece em dezembro


                                                                            
                                                   Por Illton Duarte
                                                  E-aju/SecomPMA

Foto:Ministério da Saúde
No período de 10 a 15 de dezembro, a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), promoverá mais uma vez a campanha de vacinação antirrábica. A campanha tem como meta vacinar contra a raiva cerca de 54.000 cães e gatos no território da capital sergipana.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Stella Maris Moreira, a iniciativa será realizada em duas etapas. Na primeira, os agentes da CCZ visitarão as residências na Zona de Expansão, entre os dias 10 e 13 de dezembro. "Na segunda etapa, para os outros bairros de Aracaju, a PMA vai disponibilizar 100 postos fixos, nos dias 14 e 15 de dezembro", anuncia.

O coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Paulo Tiago dos Santos, lembra que a raiva é uma doença viral transmitida por animais ao homem através da mordedura, lambedura ou arranhadura de mamíferos doentes. "A campanha é uma das principais atividades para a prevenção de casos humanos da raiva, para a interrupção de circulação viral e para o controle da doença em seu ciclo urbano", afirma Paulo Tiago.

Foto:André Moreira

Sintomas

A raiva é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos, sendo transmitido por mordidas e arranhões dos animais infectados. No animal, os sintomas são aversão a luminosidade, o animal fica agressivo, evita beber água e possui salivação excessiva.

Já no ser humano, os sintomas característicos são: inquietude, perturbação do sono, dificuldade de deglutir, salivação excessiva, que com o passar do tempo, apresenta um quadro de alucinações, acompanhado de febre. No caso do ser humano ser atacado por um cão ou gato, o coordenador do Zoonoses orienta que a vítima procure de imediato um posto de vacinação mais próxima da residência para receber os primeiros atendimentos.

O período de incubação da doença, no homem, varia de duas a dez semanas. Não há tratamento específico para o ser humano infectado quando concluído o período de incubação. O tratamento aplicado visa apenas minimizar o sofrimento do paciente. Por seu caráter letal e incurável, é imprescindível o combate à transmissão através da vacinação em gatos e cães.

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